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» Missões oceanográficas ao local durante e após a erupção de 1998-2001

A Universidade dos Açores (Centro de Vulcanologia) visitou repetidamente o local, durante e após a erupção, para observar a superfície e recolher amostras geológicas. Foram também realizadas algumas missões oceanográficas por investigadores de várias instituições portuguesas e estrangeiras, com o objectivo de estudar a erupção submarina em tempo real.

A Missão Ávila Martins decorreu em Abril de 1999, em plena erupção, a bordo da traineira Maria Medina. Esta missão revestiu-se de uma enorme importância, porque é muito raro conseguir-se tal feito: geralmente, quando a missão se realiza já a erupção terminou. Por outro lado, a missão teve a oportunidade de documentar um tipo de erupção extremamente raro (ou, pelo menos, mal documentado) com a emergência de pedras "ocas" de lava à superfície. Esta missão "piloto" permitiu, pela primeira vez, a colheita de imagens deste tipo de erupção submarina, nomeadamente com a subida dos balões de lava. Existem muito poucas imagens de vulcanismo submarino. As mais conhecidas foram colhidas a cerca de 5 metros de profundidade, ilustrando a formação das tão conhecidas lavas em almofada.

Em 2000, um levantamento batimétrico foi feito no local por uma equipa de americanos, a bordo do navio oceanográfico Knorr, no final de uma missão de redeposição da rede de hidrofones que está situada de ambos os lados da dorsal a sul dos Açores.

Em Setembro de 2002 teve lugar a Missão Serreta 2002, a bordo do navio oceanográfico Arquipélago, do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores. A missão teve como principal objectivo a continuação do estudo da erupção da Serreta, depois da actividade vulcânica ter cessado, e durante o período de arrefecimento do sistema. Esta missão foi, contudo, interrompida, devido a condições atmosféricas adversas e consequente impossibilidade de ir para o mar.

Em Outubro de 2003, foi realizado, a bordo de um navio inglês, RV Discovery, um levantamento magnético no local, que aproveitou o trânsito e algum tempo disponível no fim da Missão SIRENA II (projecto francês, em que a Universidade do Algarve e o Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa são colaboradores). O levantamento propriamente dito durou cerca de 12 horas e cobriu a crista da Serreta, a Oeste do baixio da Serreta.

"(...) É a primeira vez, nos últimos 30 anos, que se observa um fenómeno deste tipo no Atlântico, e esta será a 2ª missão científica de sempre para o estudo de uma erupção com estas ceracterísticas (...)" (05-04-99, DN)
"(...) as pedras "ocas" que ascendem à superfície, assemelham-se a pipocas a estalar (...)" (07-04-99, Público)
"(...) Aquilo é uma coisa nunca vista, dizem os pescadores (...)" (18-12-98, DN)
"(...) cientistas regressaram ao último vulcão dos Açores. Nunca, o modelo eruptivo deste vulcão havia sido observado, nem descrito na literatura científica (...) (26-09-2002, Público)









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